Redução de danos como postura ética e clínica — o que o terapeuta gestáltico precisa saber para trabalhar com quem usa substâncias. Com Welison de Lima Sousa.
A dependência e o uso problemático de substâncias chegam ao consultório de formas variadas — como queixa principal, como contexto de vida do paciente, como elemento que atravessa a relação terapêutica. Trabalhar esses casos exige que o terapeuta construa um enquadre que respeite a autonomia do paciente sem abdicar da ética clínica.
Welison de Lima Sousa, Doutor em Psicologia e especialista em redução de danos, ensina como a perspectiva gestáltica e a abordagem de redução de danos se complementam — construindo um raciocínio clínico concreto e aplicável ao consultório.
Além do diagnóstico de dependência — o que o uso diz sobre a relação organismo-ambiente.
O que é, por que é ético e como se traduz em postura e intervenção clínica.
Como trabalhar com o paciente que ainda usa — sem forçar e sem abandonar.
Limites do enquadre ambulatorial e encaminhamento para CAPS AD e outros recursos.
Gestalt-terapeutas que atendem ou recebem pacientes com uso problemático de substâncias.
Profissionais que trabalham em contextos de saúde mental, assistência social ou redução de danos.
Terapeutas que querem sair do julgamento moral e construir um enquadre clínico sólido para esses casos.
Formação em Gestalt-terapia em curso ou concluída.
CRP 11/15191
Doutor em Psicologia · Professor UFBA · Especialista em Redução de Danos
Doutor em Psicologia e Professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em saúde mental e redução de danos, com trajetória que cruza a clínica gestáltica e as políticas de saúde. Membro do corpo docente da ComUnidade Gestáltica.
Welison é referência nacional no trabalho clínico e na formação de profissionais que lidam com o tema das drogas — articulando rigor teórico, experiência de campo e postura ética sem moralismo.
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Fundada em 2008 por Angela Schillings em Florianópolis. Mais de 1.700 psicólogos passaram pelo Lato Sensu e pelos cursos modulares — e hoje atuam em todo o país.