Um dia intensivo para construir o quadro teórico-clínico do trabalho com trauma — corpo, relação terapêutica e manejo dos casos complexos — com Lika Queiroz.
Traumas são eventos para os quais o indivíduo ou grupo não têm o suporte interno necessário para integrá-los, gerando interrupções de contato que impactam os campos fisiológico, emocional e cognitivo. Trabalhar com situações traumáticas exige do Gestalt-terapeuta um conhecimento técnico da dinâmica traumática, dos recursos corporais disponíveis para o manejo, e a delicadeza na construção do vínculo nesse contexto.
Nesta 1ª edição, Lika Queiroz — pioneira da Gestalt-terapia no Brasil e criadora da primeira formação em trabalho com trauma na abordagem — organiza um dia intensivo: conceito, neurofisiologia, ciclo do contato do perigo, identificação de sinais e recursos clínicos práticos.
Definição gestáltica de trauma e as principais categorias — individual, coletivo, do desenvolvimento.
O que o sistema nervoso faz diante do trauma — e o que o terapeuta precisa saber para trabalhar com isso.
Como a experiência traumática interrompe o ciclo de contato — e como isso se manifesta em sessão.
Sinais fisiológicos, emocionais e cognitivos da traumatização — como o terapeuta os reconhece.
Manejo básico de situações de traumatização — presença, ritmo, regulação e construção do vínculo.
Psicólogos, alunos de Psicologia e Gestalt-terapeutas que atendem ou vão atender adultos com histórico de trauma explícito ou implícito.
Profissionais que se sentem inseguros diante de casos com dissociação, TEPT ou trauma do desenvolvimento.
Terapeutas que querem ampliar o quadro teórico-clínico para além da empatia e do acolhimento.
Psicólogos em formação em Gestalt que querem aprofundar um dos temas centrais da clínica atual.
Não há pré-requisito de formação em Gestalt-terapia. O curso é indicado para gestalt-terapeutas, profissionais da área da Psicologia e alunos de Psicologia.
BRITO, M.A.Q. (2020). O trauma segundo o enfoque da Gestalt-terapia. In: FRAZÃO, L.M., FUKUMITSU, K.O. (Orgs) Enfrentando crises e fechando Gestalten. São Paulo: Summus.
_________ (2020). Reflexões terapia e Abordagem Gestáltica (Org) Olhares da Gestalt-terapia para a situação de pandemia. Coleção: Vozes em letras, v.1. Curitiba: CRV.
JOYCE, P., SILLS, C. (2016) Técnicas em Gestalt: aconselhamento e psicoterapia. Petrópolis: Vozes.
ROSS, G. (2014). Do trauma à cura. São Paulo: Summus.
CRP 03/824
Mestre em Psicologia Social (UFBA) · Fundadora do Instituto de Gestalt-terapia da Bahia
Mestre em Psicologia Social pela UFBA e Especialista em Psicologia Clínica (CFP). Professora e supervisora aposentada do Instituto de Psicologia da UFBA. Fundadora e diretora do Instituto de Gestalt-terapia da Bahia.
Fez parte do primeiro grupo de Gestalt-terapeutas do Brasil, na década de 1970, tendo implantado a abordagem em vários estados. Criadora da metodologia Reconfiguração do Campo Familiar — enfoque gestáltico transgeracional — e pioneira do trabalho com caixa de areia na Gestalt-terapia brasileira.
Criadora e coordenadora da primeira formação no Brasil sobre trabalho com situações traumáticas sob o enfoque da Gestalt-terapia. Autora de artigos e capítulos publicados sobre a abordagem. Fundadora e vice-presidente da primeira diretoria da Associação Brasileira de Gestalt-terapia. Membro do Colégio Internacional de Terapeutas.
Valor de referência da última edição — pode ser reajustado em 2027
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Fundada em 2008 por Angela Schillings em Florianópolis. Mais de 1.000 psicólogos passaram pelo Lato Sensu e pelos cursos modulares — e hoje atuam em todo o país.