Um dia intensivo para construir o quadro teórico-clínico do trabalho com trauma — corpo, relação terapêutica e manejo dos casos complexos — com Lika Queiroz.
Traumas são eventos para os quais o indivíduo ou grupo não têm o suporte interno necessário para integrá-los, gerando interrupções de contato que impactam os campos fisiológico, emocional e cognitivo. Trabalhar com situações traumáticas exige do Gestalt-terapeuta um conhecimento técnico da dinâmica traumática, dos recursos corporais disponíveis para o manejo, e a delicadeza na construção do vínculo nesse contexto.
Nesta 1ª edição, Lika Queiroz — pioneira da Gestalt-terapia no Brasil e criadora da primeira formação em trabalho com trauma na abordagem — organiza um dia intensivo: conceito, neurofisiologia, ciclo do contato do perigo, identificação de sinais e recursos clínicos práticos.
Definição gestáltica de trauma e as principais categorias — individual, coletivo, do desenvolvimento.
O que o sistema nervoso faz diante do trauma — e o que o terapeuta precisa saber para trabalhar com isso.
Como a experiência traumática interrompe o ciclo de contato — e como isso se manifesta em sessão.
Sinais fisiológicos, emocionais e cognitivos da traumatização — como o terapeuta os reconhece.
Manejo básico de situações de traumatização — presença, ritmo, regulação e construção do vínculo.
Gestalt-terapeutas que atendem adultos com histórico de trauma explícito ou implícito.
Profissionais que se sentem inseguros diante de casos com dissociação, TEPT ou trauma do desenvolvimento.
Terapeutas que querem ampliar o quadro teórico-clínico para além da empatia e do acolhimento.
Psicólogos em formação em Gestalt que querem aprofundar um dos temas centrais da clínica atual.
Formação em Gestalt-terapia em curso ou concluída. O curso pressupõe familiaridade com os conceitos básicos da abordagem.
CRP 03/824
Mestre em Psicologia Social (UFBA) · Fundadora do Instituto de Gestalt-terapia da Bahia
Mestre em Psicologia Social pela UFBA e Especialista em Psicologia Clínica (CFP). Professora e supervisora aposentada do Instituto de Psicologia da UFBA. Fundadora e diretora do Instituto de Gestalt-terapia da Bahia.
Fez parte do primeiro grupo de Gestalt-terapeutas do Brasil, na década de 1970, tendo implantado a abordagem em vários estados. Criadora da metodologia Reconfiguração do Campo Familiar — enfoque gestáltico transgeracional — e pioneira do trabalho com caixa de areia na Gestalt-terapia brasileira.
Criadora e coordenadora da primeira formação no Brasil sobre trabalho com situações traumáticas sob o enfoque da Gestalt-terapia. Autora de artigos e capítulos publicados sobre a abordagem. Fundadora e vice-presidente da primeira diretoria da Associação Brasileira de Gestalt-terapia. Membro do Colégio Internacional de Terapeutas.
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Fundada em 2008 por Angela Schillings em Florianópolis. Mais de 1.700 psicólogos passaram pelo Lato Sensu e pelos cursos modulares — e hoje atuam em todo o país.